uma e vinte. Brigadeiro parada. 1700 e pouco, cinco quadras pro 817. saio do carro no meio da rua, não sem antes colocar Quadrophenia - Quadrophenia no meu iPod, vou para a calçada e começo a descer. quando reparo, tem um monte de outras pessoas da minha idade, de mochila e em bandos, descendo também. e a menia alta de rosa do meu lado. meu pai passa por mim, mas eu logo o passo de novo. e descer, descer, descer. cena engraçada, muitas pessoas saindo do trânsito em direção ao lado direito da calçada e andando rápido. uma e vinte e três. já no mil e alguma coisa. oh, céus, tenho que ir rápido. do 1400 pro 1200 foi um pulo, acho que porque nada tinha número. acaba a música, volto a música. ah não, ela tem 5 minutos, o que quer dizer que eu tenho que ir rápido. ah. aqui. um posto e gente meio largadona fumando. devo estar perto. oh! aqui! passei na frente de um cara dando entrevista pra uma câmera pequena. a mulher da porta pergunta minha sala. não sei. olho no papel, não to lá. beleza. a mulher da porta fala que ali só são algumas salas. eu digo que eu não to em SALA NENHUMA. ela diz que estamos no 917. eu digo
ahhhh, e ando 100m. eu. sala 36. lugar 24. múltiplos de 12, que fofinho. uma e 33. calma. e a Lea? Leandro. Larissa. não, calma. Letícia. volto. Lea. ah, droga, não era o mesmo lugar, ela ta na mulher chata. será que ela já chegou? desisto. entro, com uma flor de boa sorte na bolsa. recuso a boa sorte da pepsi. 14h. ah, tinha tempo, eu podia ter invadido a sala dela. se eu tivesse pensado nisso. ok. mas ei, pra prova eu preciso pensar, lembra. aiai, lerdeza. foi começar às 14h24 porque a fiscal era leeeeeerda, céus. e o resto eu não vou continuar, só digo que foi extremamente desperador a partir das 17h24. e feliz-não-sei-como a partir das 18h00. acho que fiquei tão, mas tão estressada que voltei a pensar. ainda bem que era unicamp. e eu odeio a pepsi mais do que tudo, minha barriga dói agora. e isso que eu deixei metade da lata lá.